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Escalada nos negócios

Escalada nos negócios: A analogia entre minha experiência no Killimanjaro e o mundo dos negócios

Escalada nos negócios e escalada do Killimanjaro, no Norte da Tanzânia. O que uma coisa tem a ver com a outra Quem me acompanha, sabe que há pouco tempo participei de um dos maiores desafios da minha vida que foi justamente a escalada do Killimanjaro.

Escalada nos negócios: A analogia entre minha experiência no Killimanjaro e o mundo dos negócios

 

A Escalada nos negócios foi justamente uma das minhas principais reflexões na minha experiência do Killimanjaro

Escalada nos negócios e escalada do Killimanjaro, no Norte da Tanzânia. O que uma coisa tem a ver com a outra?

Quem me acompanha, sabe que há pouco tempo participei de um dos maiores desafios da minha vida que foi justamente a escalada do Killimanjaro e eu tracei uma paralelo com a Escalada nos negócios.

Essa foi uma experiência inesquecível e inacreditável que mudou minha vida.

Sou outra pessoa e, por gratidão, quero mostrar analogias que você pode aplicar tanto na sua vivência como no mundo dos negócios.

Como eu já era um atleta amador, praticante de CrossFit há 4 anos, decidi me preparar por 4 meses.

Meu treino foi composto também de caminhadas de 5h vestindo o mesmo chapéu e bota que eu usaria na escalada, no parque Ibirapuera, em São Paulo.

Isso porque eu precisava para acostumar o pé e as articulações com dores, para que elas não me assustassem posteriormente, durante toda a experiência.

Em casa, eu não ficava só descansando. Um dos treinos importantes era subir e descer a escada do meu condomínio com uma mochila e algum peso nas costas.

O artigo de hoje traz um paralelo do mundo dos negócios com esse tipo de escalada na prática e seus desafios. Acompanhe.

Na Escalada dos negócios sempre há a possibilidade de desistir

 

Mesmo com um bom físico, na primeira dificuldade o seu cérebro pergunta: “Será que vale a pena continuar?”.

Isso porque o nosso cérebro sempre acaba buscando conforto e mediocridade.

Sabendo disso, o yoga servia para educar minha mente até a caminhada oficial.

Na minha opinião, o psicológico foi o mais desgastante. Com certeza, essa não é minha recomendação pra quem não pratica atividades de alta intensidade.

No acampamento base do Everest, foram 3 vezes mais de tempo de preparação, um ano inteiro.

Com isso, percebi que não importa o máximo que você se prepara, só se sabe o tamanho e a dificuldade no campo de batalha.

No mundo dos negócios a máxima é a mesma. Ninguém constrói nada desistindo na primeira chance de desistir.

Portanto, não caia nesse boicote do seu próprio cérebro. Aja com a garra e persiga seus objetivos usando de mecanismos para fugir dessa armadilha.

Isso também foi um grande aprendizado que a montanha me deu e que serve para o mundo dos negócios.

Você sabe bem, não dá pra seguir conselhos de quem só estuda e fala. Opiniões das pessoas que não construíram nada são nulos.

Essa é um dos principais fatores que são fundamentais na hora de você escolher a sua mentoria. Ou seja, será que essa pessoa passou pelo menos que você está passando?

Será que ela consegue enxergar e já vivenciou tudo o que você precisa para se desenvolver.

Escalada nos negócios ou no Killimanjaro, a comunicação é fundamental

 

O pé na estrada é o momento em que tiramos os maiores aprendizados. A rotina era intensa durante 7 dias de esforço físico e mental.

Saíamos às 7h, caminhávamos até umas 14h para chegar no próximo acampamento e parávamos para almoçar – isso quando não comíamos no meio do caminho.

Às 15h já não tinha o que fazer.  Então, descansávamos com dificuldade devido às grandes altitudes.

Até que chegou o grande dia. Meia-noite. Nossa matilha começou a escalada sempre na velocidade do mais lento.

Os líderes nos guiavam pela frente, os mais fracos e doentes ficavam no meio para não se perderem, desistirem nem se acidentarem e outros mais fortes atrás.

O mais experiente ficava por último e prestava atenção em tudo. Éramos como lobos ferozes subindo a montanha.

A comunicação era essencial, de todos os lados. Um negócio com muitos feedbacks, tende a evoluir ou confirmar as tendências de um projeto, assim como prever eventuais falhas.

Sem eles, o fracasso pode se tornar inevitável.

Um grande aprendizado que tirei dessa situação é que a comunicação em excesso não prejudica nenhum processo e, por outro lado, a escassez dela pode sim levar à ruína qualquer projeto.

Para um grande projeto e relacionamento empresarial acontecer, é preciso que os envolvidos estejam em constante comunicação e feedbacks em todas as direções.

Ou seja, de cima para baixo, de baixo para cima e, principalmente para os lados. Sem isso, eu não teria realizado grandes coisas que eu teria realizado na minha vida empresarial.

Sem isso, eu não teria chegado ao topo do Killimanjaro. Um grupo coeso que se comunica com frequência, tem a principal vantagem da eficiência e utilização de recurso e prevê possíveis problemas.

Incentive sempre a comunicação entre os envolvidos no seu projeto.

Simplicidade e minimalismo

 

Uma das experiências mais inacreditáveis nessa escalada, passa pela simplicidade e minimalismo.

Eu já havia passado por isso no passado, quando fui ao Everest. Ou seja, muitas coisas que eu levei na minha mochila eu não precisei usar. Portanto, desta vez eu já tinha isso em mente.

Eu já me considero uma pessoa minimalista, ou seja, não promovo acúmulo coisas e objetos, eu tenho poucas roupas, poucos livros, enfim, poucos itens.

Quando vamos à montanha, nós recebemos um check-list sobre as coisas necessárias, justamente para não levar coisas a mais.

No entanto, mesmo assim, eu levei coisas que eu não precisava. A verdade é que nós precisamos de muito pouca coisa para viver.

Tudo o que nós temos em excesso nos drena energia, toma tempo e dinheiro. Ou seja, é um estilo de vida antigo, onde o ter é mais relevante que o ser.

No meio do caminho, mesmo com boas experiências passadas e um estilo minimalista, percebi como carregamos sempre muitos itens que só gastam nosso tempo, nossa energia e nosso dinheiro.

O estilo de vida “ser” está ganhando muito mais espaço do que o lifestyle de ter coisas.

Será que não há ninguém precisando dos objetos da sua casa que você não usa faz 3 meses ou mais?

Essa é uma dica para a vida, mas também serve para o mundo dos negócios.

Será que todos os seus projetos, sem exceção, realmente são responsáveis pela maior parte dos seus resultados?

O topo é metade do caminho assim como na Escalada dos negócios

 

Cheguei. Após 7h, eu estava no cume do Kilimanjaro, o ponto mais alto de todo o continente africano! Porém, chegar no cume é como fazer uma venda.

Se você conhece o funil ampulheta, sabe que esse é só o começo de uma relação na Escalada nos negócios.

Lá em cima de um dos lugares mais hostis, senti o maior frio da minha vida: -15°C de muito vento e gelo.

Pra você ter uma ideia, a mangueira verde que fornecia água de dentro da minha mochila tava congelada.

Demorei quase 1h para aquecer minha mão depois de registrar o momento!

Poderia comemorar, mas era só a metade do caminho. Nessa hora, o psicológico manda a gente desistir.

Portanto, a descida faz referência à entrega. Os números do seu faturamento não vão te levar muito longe. Eu sentia náusea, dor de cabeça, medo dos precipícios escorregadios com milhares de metros de altura e até pensei que eu poderia morrer.

Mesmo assim; não desisti. Aliás, há momentos – como esse- que não existe essa opção.

Na sua Escalada de negócios, não perca a chance de ser generoso

 

Tanto na escalada do Killimanjaro quanto no mundo dos negócios, você não pode perder a oportunidade de ser generoso.

Tem muitas coisas que fazem pouca diferença para você, porém, mudam a vida das pessoas.

Eu tive esse exemplo nesta aventura. Havia um membro da nossa equipe que não usava botas. Aliás, ele era o único que não usava. Ele usava um tênis de tecido que, ainda por cima, estava furado.

Esse membro era o Esrom. Esrom era o responsável pela alimentação da equipe e com certeza, mesmo acostumado, deveria estar passando frio.

Eu não sei do que seria esse trajeto sem os instrutores e membros da equipe nos ajudando fisicamente, sensorialmente e mentalmente.

Por isso, decidi recompensar o Esrom. Apesar de turístico, a Tanzânia é um país muito pobre e esse mestre estava com um simplório tênis de pano furado.

Dei minha bota de mais de R$1300 e ganhei um dos maiores sentimentos de gratidão de toda a minha vida.  Hakuna matata (sem problemas)!

Essa era a profissão dele, o dinheiro não me afetou tanto, posso comprar outra. Para ele, foi um gás ainda maior no ânimo estampado no sorriso dele.

Portanto, seja generoso. Recompense as pessoas sem esperar nada em troca. Talvez você observe que ela deu algo a você muito antes do que você imagine, como foi o meu caso.

Não desista sobre nenhum aspecto que o resultado acaba vindo

 

Esses foram alguns aprendizados que eu tirei como lição nessa aventura e que são completamente aplicáveis no mundo da Escalada nos negócios.

No final, pudemos desfrutar da ilha de Zanzíbar. Comer umas frutas no barco e mergulhar naquele mar com a cor dos filmes.

Esse foi o meu prêmio. No mundo dos negócios não é diferente. Perseguir seus objetivos sem desistência, com generosidade e sem cair nas armadilhas do caminho levarão você ao seu grande momento Escalada nos negócios.

Estou ansioso para minha próxima aventura e para que você aplique as metáforas que eu trouxe no texto.

Escalada nos negócios

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